Às vezes parecia que de tanto acreditar em tudo que achávamos tão certo... Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais. (...) Mas percebo agora que o teu sorriso vem diferente quase parecendo te ferir... Não queria te ver assim quero a tua força como era antes. O que tens é só teu e de nada vale fugir e não sentir mais nada... Às vezes parecia que era só improvisar e o mundo então seria um livro aberto... Até chegar o dia em que tentamos ter demais vendendo fácil o que não tinha preço... Eu sei é tudo sem sentido, quero ter alguém com quem conversar, alguém que depois não use o que eu disse contra mim... Nada mais vai me ferir, é que eu já me acostumei com a estrada errada que eu segui e com a minha própria lei... Tenho o que ficou e tenho sorte até demais como sei que tens também...
Eu vou atrás do Chapeleiro!
- Mas você está se desviando do seu destino...
- EU faço meu destino!
- EU faço meu destino!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Altar Particular - Maria Gadú
Meu bem que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
No teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal
E então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor
E pôs meu frágil coração na cruz
No teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal
E então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor
domingo, 6 de janeiro de 2013
Desculpe dizer,mas não tenho escolha,
Tentei tantas vezes seguir você,
Mas cada vez que eu te encontro, eu me perco mais...
Tentei respirar, encontrar a saída, mas sonhos não
são
Feitos pra viver, te ver como eu sempre te vejo vai me
cegar...
Talvez em outros dias eu quisesse te escutar...
Quem você vai chamar, quando a dor bater,
Quando a saudade te pegar e não souber o que fazer.
Quem você vai chamar, se eu não atender,
Quando você quer conversar, o que você quer me dizer?
Não quero mais saber...
Pensei em mudar e mudar minha vida, mas planos só são
feitos pra esquecer
E toda vez que eu te vejo eu mudo o canal...
Não pense que vai apagar da memória, são coisas que os
outros não vão saber,
Eu sei muito mais do que eles sobre você.
Quem sabe outro dia eu não soube o que falar...
Quem você vai chamar, se eu não atender,
Se eu não quiser conversar, o que você vai me dizer?
Quem você vai chamar, quando a dor bater,
Quando a saudade te pegar e não souber o que fazer.
Não quero mais saber...
Tentei tantas vezes seguir você,
Mas cada vez que eu te encontro, eu me perco mais...
Tentei respirar, encontrar a saída, mas sonhos não
são
Feitos pra viver, te ver como eu sempre te vejo vai me
cegar...
Talvez em outros dias eu quisesse te escutar...
Quem você vai chamar, quando a dor bater,
Quando a saudade te pegar e não souber o que fazer.
Quem você vai chamar, se eu não atender,
Quando você quer conversar, o que você quer me dizer?
Não quero mais saber...
Pensei em mudar e mudar minha vida, mas planos só são
feitos pra esquecer
E toda vez que eu te vejo eu mudo o canal...
Não pense que vai apagar da memória, são coisas que os
outros não vão saber,
Eu sei muito mais do que eles sobre você.
Quem sabe outro dia eu não soube o que falar...
Quem você vai chamar, se eu não atender,
Se eu não quiser conversar, o que você vai me dizer?
Quem você vai chamar, quando a dor bater,
Quando a saudade te pegar e não souber o que fazer.
Não quero mais saber...
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