- Mas você está se desviando do seu destino...
- EU faço meu destino!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Há tanto tempo venho procurando
Venho te chamando
Você existe, eu sei
Em algum lugar do mundo você vive
Vive como eu
Onde eu ainda não fui
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Se eu esbarrei na rua com você
E não te vi meu amor
Como poderia saber?
Tanta gente que eu conheci
Não me encontrei só me perdi
Amo o que eu não sei de você
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Sei que você pode estar me ouvindo
Ou pode até estar dormindo
Do acaso eu não sei
Talvez veja o futuro em seus olhos
Pelo seu jeito de me olhar,
Como reconhecerei você?

Você Existe, Eu Sei - Biquini Cavadão


quinta-feira, 30 de julho de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009


Desenhe isso dentro do meu cérebro pra mim
Me diga como eu devo me sentir
Aonde tudo irá

segunda-feira, 27 de julho de 2009

sábado, 25 de julho de 2009

/tenso , O que o medo da gripe suína não faz o.O'


viver comedidamente e sentir apenas uma parcela de satisfação é fácil, é muito fácil. mesmo estando protegida pelo esconderijo do âmago, sempre soube da minha aptidão para não ter limites. não que eu simule não os enxergar ou até que chegue a negligenciá-los, eu apenas me nego à essa submissão.

sexta-feira, 24 de julho de 2009


e como nem tudo sai conforme o planejado, muita coisa acabou ficando fora do lugar. como nem todo fato acontece de acordo com as expectativas criadas,
ninguém é perfeito.
muitas pessoas estufam o peito ao dizer que não cedem, muitas dessas mesmas pessoas enganam-se achando que realmente gostam de alguém. amor requer cuidado, carinho, precisa ser tratado com respeito. amor não é auto-suficiente, precisa ser diariamente alimentado. amor se constrói num substrato de pequenas atitudes que se transformam em gestos inesquecíveis, tornam-se fotografias guardadas na memória.
atropele o orgulho que tanto tenta impedí-lo de dizer e fazer o que mais tem vontade. passe por cima de qualquer sentimento que o impessa de fazer o que você sente. se ainda assim estiver hesitante, coloque prós e contras em cima da balança. pense, repense, considere, reconsidere, arrisque-se. perca o medo de se machucar, mas, sobretudo, perca também o medo de ser feliz.
é tudo culpa dessa bagunça que você deixou na minha vida e no meu cabelo.
culpa também da imposição da tua ausência.
só me resta a tentativa de burlar essa alvoroçada espera adiantando os ponteiros do relógio, mesmo que imaginariamente. quem sabe assim você possa vir esculhambar com tudo outra vez, já que eu me descobri adepta e devota requisitante da tua desordem.


quarta-feira, 22 de julho de 2009


fantasiamos o momento em que abdicaremos de tudo só por assim querer, por então sentir uma incontestável convicção apertando o peito. nada avisa quando o momento chega, ele apenas entra escancarando a porta. preciso dizer que raras são as pessoas que realmente tem a oportunidade de se deixar levar em queda livre, não por fraqueza mas pela própria falta de oportunidade. algumas portas simplesmente permanecem trancadas, intactas. e pior, sem que ninguém tenha vontade de adentrá-las.
e você não passa de alguém oscilando entre paradoxos, por vezes romântico e por tantas outras cético... mas com potencial para poder ser ambos, dependendo apenas das circunstâncias.
quando então alguém arromba a sua fortaleza trás consigo tudo aquilo por que você se viu esperar por esse tempo todo, sem saber ao certo se ainda apostava na sua chegada ou não.
sem precedentes, sem conchavo e sem explicação plausível.
só com aquela incerteza intumescendo o peito.
quem você pensa que é para tentar lutar contra?
confere o pára-quedas reserva e salta.

terça-feira, 21 de julho de 2009


A felicidade está dentro do meu coração,
e essa é a razão dessa simples composição,
de palavras que não são capazes de expressar,
tudo que se pode guardar em uma alma apaixonada,
uma alma dependente desse amor,
prisioneira dessa paixão,
e a cada dia que passa,
é mais seu meu coração

domingo, 19 de julho de 2009


E se eu me deixasse me levar pelo que eu sinto eu ja tinha pulado de um penasco porque eu sempre tive vontade de voar.

sexta-feira, 17 de julho de 2009


Nunca pensei que você me deixaria desse jeito sem dormir direito.
Eu procurei pela minha torpência, minha negação, mas elas tinham me abandonado.
O Tempo passa, mesmo quando isso parece impossivel.
Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como sangue pulsando sob um hematoma.
Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa.
Até para mim
A estagnação não dura para sempre, entretanto, ela não acaba por si mesma.

quarta-feira, 15 de julho de 2009


Nem todas as palavras, músicas, poesias, historias, lendas, melodias, sinfonias; nem todos os livros, filmes, verbos; nem os mais altos montes e os maiores castelos; os planetas mais distantes e os corpos mais belos; nem os mais profundos mares, golfos, peninsulas e oceanos; nem qualquer amor que se construa em minutos, horas, semanas, meses e anos; nada, nunca poderá explicar a grandeza da importância que você tem para mim.
Impossível, inconfundível, irremediavel, indiscreto, indireto, íntimo, indagável, intenso.
Te amo, do tamanho do inexplicável.

terça-feira, 14 de julho de 2009


Um amor não é uma marcha da vitória
E tudo que eu já aprendi sobre o amor

Era como atirar em alguém que tirou você

Não é um choro que você pode ouvir de noite

Não é alguém que viu a luz

É um frio e sofrido

sábado, 11 de julho de 2009


Vem, que a lua já acendeu, que a tua estrela sou eu.
O céu coberto de amor nos ilumine, então vem, que o tempo passa por nós.
Minha saudade é a voz que faz eu me convencer a esperar por você.

quinta-feira, 9 de julho de 2009


diz respeito à todas as coisas que estão ali, mesmo que implicitamente. tudo o que você até esquece que existe, pelo silêncio de alguns instantes.
de tempo em tempo, numa conveniência oportunista, resolve incomodar.
funciona de uma forma bem parecida com aquele ditado que fala sobre não sentirmos o que não vemos, o que eu particularmente discordo. na primeira pessoa do singular, sem me comparar à ninguém, não enxergar concretamente não torna a minha sensibilidade menos aguçada. pelo contrário, fui agraciada com uma exagerada percepção para demonstrações, diálogos, atitudes, gestos e, claro, para a falta deles também.
interpreto-os.
quase mania de perseguição.
lei da compensação em prática, portanto não recebi o dom do domínio da palavra.

quarta-feira, 8 de julho de 2009


Entrei numa loucura. Escolhi meus devaneios. Pedi por uma insanidade que fizesse o mundo mudar. Agora vejo tudo em preto e branco. Invertido. Os dias estão de cabeça para baixo. As pessoas não falam. Apenas gritam, sem voz. O tempo corre mais lento. O sol, livre das nuvens, não esquenta. O vento, sem sabor, rasga, faz os cabelos se moverem. Livres, para o alto. Loucos. Uma loucura que busquei. Um sonho de ver a vida com outros olhos. Uma mudança para o sem sentido. Cheia de sentidos. Sensações. Um delírio preso ao meu corpo. Que não sai no suor e se fortalece nas lágrimas. Com a ignorância de quem não sabe o que está por vir. Não compreende o que passa ao alcance das mãos. O que se passa. E se nada mais bate, o coração espera. Lento, confia no vento. Espera que em um novo devaneio traga uma rosa. Cheia de vida, cheia de cores, cheia de paixão. E faça tudo voltar ao normal. A uma loucura normal.

segunda-feira, 6 de julho de 2009


"Era uma coisa assustadora, essa sensação de que um buraco havia sido construído no meu peito, fazendo meus órgãos vitais pararem de funcionar e deixando- os em trapos, com cortes não curados nas beiradas que continuavam doendo e sangrando mesmo com a passagem do tempo.
Racionalmente, eu sabia que meus pulmões deviam estar intactos, mas mesmo assim eu lutava por ar e minha cabeça rodava como se os meus esforços não me levassem a nada. Meu coração devia estar batendo também, mas eu não conseguia ouvir o barulho da pulsação nos meus ouvidos; minhas mãos pareciam azuis de frio. Eu me curvei, abraçando minhas costelas pra me manter junta. Eu procurei pela minha torpência, minha negação, mas elas tinham me abandonado.
E mesmo assim, eu achava que podia sobreviver. Eu estava alerta, eu sentia a dor - a dor da perda que irradiava do meu peito, mandando ondas de dor pelos meus órgãos e minha cabeça - mas era suportável.
Eu podia sobreviver. Eu não sentí que a dor tinha diminuído com o tempo, mas eu tinha ficado forte o suficiente pra suportá-la.
O que quer que tenha acontecido essa noite - fossem os zumbís, a adrenalina, ou as alunações os responsáveis - isso me acordou.
Pela primeira vez em muito tempo, eu não sabia o que esperar pela manhã. "

sábado, 4 de julho de 2009


Sou o simples, compreensível.
Sou a rotina fora da rotina.
Uma verdade em conto de fadas.
Uma ficção para a realidade.
Todos me vêem, poucos me encontram.
Ninguém me entende.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009


a verdade é que o que mais faz falta não é chegar em casa e poder dividir o seu dia com alguém, é ter certeza de que esse alguém fez parte inconsciente de cada minuto sem nem sequer ter estado lá.

quarta-feira, 1 de julho de 2009


Ficaremos juntos um dentro do outro cada vez mais juntos. Esse amor é como o sol que abre em plena tempestade como dois cometas de uma mesma estrela