
fantasiamos o momento em que abdicaremos de tudo só por assim querer, por então sentir uma incontestável convicção apertando o peito. nada avisa quando o momento chega, ele apenas entra escancarando a porta. preciso dizer que raras são as pessoas que realmente tem a oportunidade de se deixar levar em queda livre, não por fraqueza mas pela própria falta de oportunidade. algumas portas simplesmente permanecem trancadas, intactas. e pior, sem que ninguém tenha vontade de adentrá-las.
e você não passa de alguém oscilando entre paradoxos, por vezes romântico e por tantas outras cético... mas com potencial para poder ser ambos, dependendo apenas das circunstâncias.
quando então alguém arromba a sua fortaleza trás consigo tudo aquilo por que você se viu esperar por esse tempo todo, sem saber ao certo se ainda apostava na sua chegada ou não.
sem precedentes, sem conchavo e sem explicação plausível.
só com aquela incerteza intumescendo o peito.
quem você pensa que é para tentar lutar contra?
confere o pára-quedas reserva e salta.
e você não passa de alguém oscilando entre paradoxos, por vezes romântico e por tantas outras cético... mas com potencial para poder ser ambos, dependendo apenas das circunstâncias.
quando então alguém arromba a sua fortaleza trás consigo tudo aquilo por que você se viu esperar por esse tempo todo, sem saber ao certo se ainda apostava na sua chegada ou não.
sem precedentes, sem conchavo e sem explicação plausível.
só com aquela incerteza intumescendo o peito.
quem você pensa que é para tentar lutar contra?
confere o pára-quedas reserva e salta.
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