
Eu me deitei na minha cama alguns minutos depois, resignada como se a dor finalmente tivesse aparecido. Era uma coisa assustadora, essa sensação de que um buraco havia sido construído no meu peito. Eu me curvei, abraçando minhas costelas pra me manter junta. Eu procurei pela minha torpência, minha negação, mas elas tinham me abandonado. Eu estava alerta, eu sentia a dor - a dor da perda que irradiava do meu peito, mandando ondas de dor pelos meus órgãos e minha cabeça - mas (não) era suportável.
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